Comprovante do amor


Galera, hoje to abrindo uma exceção à um texto que não é de minha autoria. Esse texto, que por sinal é de muito bom gosto, foi escrito pelo grande Isaac Linhares.


Tento levantar-me de mais um golpe da vida. Quem o deu, não sabe nem um milésimo do que eu sinto. Eu, talvez, nunca soubesse que soubesses sempre. Talvez eu não saiba o que sentes. Talvez eu sempre soubesse no que nisso iria resultar. Mas na ânsia de viver amando, não enxerguei quem amava. O amor é cego e inconseqüente. Hipócrita e honesto. O amor é a mentira mais verdadeira que já inventaram. Afinal, é tão subjetivo, que se contradiz... Talvez o hipócrita seja eu, que amo, e digo que isso é uma mentira... Mas, como provar sentimentos? Como se prova a certo alguém, que você ama esse alguém? Se amores verdadeiros são aqueles que você recompensa e é recompensado, sem trocar nada de real, como provar intensidades? Não há recibo para o amor, nem cupom fiscal para comprovar que ainda está na garantia, nem troco, caso um seja maior que o outro... Muitos dizem que se prova que o amor existe por meio de palavras... Mas, eu, por experiência própria, e recente, digo: Não há amor nas palavras, mas sim em quem as interpreta...



Isaac, agradeço pela contribuição. Sempre contando contigo.


Abraços

1 comentários:

  Isaac

21 de abril de 2009 11:29

Agradeço a você Medeiros, por ter dado a oportunidade...